sexta-feira, 7 de junho de 2024

Tirem as mãos das nossas praias

 



As praias são um dos espaços mais democráticos do Brasil. Um espaço onde pobres convivem com ricos, mesmo que alguns ricos no Brasil detestem pobres, tenham horror a pobres e sequer queiram conviver com pobres. No Brasil se tenta privatizar tudo que é público, ou seja, que serve ao pobre e à população de forma geral. No Paraná privatizam escolas públicas. Em São Paulo a água. No Rio Grande do Sul fecharam várias estatais e desmantelaram o código ambiental tendo como resposta enchentes e destruição.  E os pobres pagam a conta o tempo inteiro no Brasil. Agora, querem tirar até a praia do povo brasileiro.

Querem invadir sua praia e dar para grandes empresários

O povo brasileiro precisa ter muito cuidado com a PEC das Praias que agora vem chamando a atenção. O alerta foi dado, por incrível que pareça pela atriz Luana Piovani quando detonou o jogador Neymar em rede social e todo mundo correu para saber do que se tratava.

Depois descobrimos que os deputados federais já aprovaram essa PEC e que no Senado parece que pode dar problema para quem a defende como o senador Flávio Bolsonaro.

E aí fica difícil acreditar em um senador com o histórico do Flávio Bolsonaro, rei das rachadinhas e defensor de rico e milionários em seu mandato.

E na mídia sai notícias novas de que há senadores que irão se beneficiar caso a PEC das praias seja aprovada. Levantamento feito pela Folha de São Paulo aponta que 9 dos 81 senadores podem se beneficiar da PEC pois possuem propriedades nas áreas das praias.

Os senadores apontados no levantamento são Alessandro Vieira (MDB-SE), Ciro Nogueira (PP-PI), Esperidião Amin (PP-SC), Fernando Dueire (MDB-PE), Jader Barbalho (MDB-PA), Laércio Oliveira (PP-SE), Marcos do Val (Podemos-ES), Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) e Renan Calheiros (MDB-AL). Desses, cinco se manifestaram sobre a PEC, declarando não ver impedimento em analisá-la, enquanto os outros quatro optaram pelo silêncio.

A PEC 03/22, que está em discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, transfere a propriedade dos terrenos do litoral brasileiro do domínio da Marinha para estados, municípios e proprietários privados. Aprovada em fevereiro de 2022 na Câmara, a PEC foi objeto de audiência pública no dia 27, trazendo o tema à tona na sociedade. 

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) se pronunciou sobre o tema: “A praia é nossa! A extrema-direita, aliada aos intere$$es dos poderosos, está tentando dizer que a PEC da privatização das praias “não é bem assim”. Mas é, sim, um projeto que retira a liberdade de ir e vir, o acesso ao lazer e até mesmo o ganha-pão de milhões de pessoas”. 

O líder do governo Lula no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues, declarou em seu perfil: “Querem aprovar uma proposta que acaba com um dos espaços mais democráticos em nosso país e coloca o lucro de alguns acima do interesse público. E é um escárnio ainda maior que esse pacote de destruição socioambiental esteja sendo discutido enquanto assistimos aos efeitos da emergência climática no Rio Grande do Sul. Nossas praias são do povo. Diga não à PEC 03/22!”. 

Imagem: Praia de Flecheiras (CE)/Foto de Marcelle Ribeiro


Leia o jornal Leia Sempre Brasil desta sexta-feira 7 de junho com matérias sobre a tentativa de privatização das nossa praias, além de matérias e colunas de política, cultura, cotidiano, Ceará, Brasil e temas da Região do Cariri.

Para que servem as privatizações? Saiba a resposta do Dr. Enéias

 

Para que servem as privatizações? Saiba a resposta do Dr. Enéias

Em um vídeo que prolifera nas redes sociais em um momento em que o bolsonarismo e o centrão querem agora privatizar as praias brasileiras saiba o que pensa o Dr. Enéias Carneiro, que de herói do bolsonarismo (ele nunca se definiu como de extrema-direita) está passando a ser um nacionalista e sendo reconhecido pelo que ele sempre foi: um empedernido nacionalista sempre em defesa da indústria brasileira. O que o bolsonarismo rejeita.

Veja abaixo a transcrição do que diz o Dr. Enéias:

“Para que servem as privatizações? As privatizações são negociatas que servem para transferir o formidável patrimônio público para uma minoria privilegiada representantes legítimos do sistema financeiro internacional. E ainda são pagas com papéis públicos que estavam altamente desvalorizados. É um verdadeiro assalto à Nação feito às claras e com a imprensa toda batendo palmas. Daí a propaganda gigantesca a favor do estado mínimo. Destruindo o estado segue-se o esfacelamento da Nação fazendo com que o povo não acredite em nada que é nacional ou que perca a sua autoestima e que tenha vergonha de ser brasileiro. Com a desculpa de modernidade, de entrar no primeiro mundo o que estão fazendo é destruindo a indústria nacional. Esta é a verdade sobre o projeto neoliberal que a imprensa podre não mostra”.



Coluna Panorama Político com os destaques e bastidores da política. Por Tarso Araújo

 


COLUNA PANORAMA POLÍTICO

POR TARSO ARAÚJO

ELEIÇÕES LIVRES E DEMOCRÁTICAS



A sociedade brasileira se encontra numa batalha fundamental para nossa sobrevivência como nação: a luta pela soberania nacional, pela democracia e por eleições livres. Falamos isso, pois em 8 de janeiro de 2023 o bolsonarismo tentou dar um golpe de Estado frustrado pela sociedade e por instituições que funcionaram. A posse de Carmen Lúcia como presidente do Tribunal Superior Eleitoral marca novo momento da luta da sociedade brasileira por eleições democráticas e livres. Em sua posse disse que teremos isso em 2024. A luta pelo Brasil continua.

SEM SEGUNDO TURNO

Acredito que esteja resolvido que Juazeiro do Norte não terá segundo turno nas eleições municipais deste ano. Fica mesmo para 2026. E todos às urnas em 6 de outubro.

COBERTURA DO LEIA SEMPRE

Fique ligado no jornal Leia Sempre Brasil toda sexta-feira e no nosso boletim Panorama Político toda quarta-feira para a cobertura das eleições municipais 2024. O Leia Sempre já começou essa cobertura trazendo diariamente em nosso portal informações das eleições em todo o Brasil. Fique ligado e bem informado com a gente.

SOBRAL À VISTA

Izolda Cela em breve deve ser confirmada como pré-candidata a prefeita de Sobral. Nos bastidores o Partido dos Trabalhadores já confirmou apoio à Izolda. Um calo no sapato de Ciro Gomes e seu PDT indefinidos até agora no cenário político de Sobral.

 

PDT DE BARBALHA

Em Barbalha o PDT entra com força na disputa eleitoral de 2024. O partido já rompeu com o prefeito Guilherme Saraiva (PT) que não prestigiou os pedetistas em seu governo. Agora, o PDT fica na oposição barbalhense que em breve anuncia quem é o pré-candidatura a prefeito.

JOGO DE EMPURRA

Na briga política entre o governador Elmano de Freitas e o prefeito de Fortaleza José Sarto a população perde logo de cara, pois, projetos em parcerias dos dois governantes e poderes poderiam estar sendo encaminhados e efetivados. Nessa briga política, Elmano disse recentemente não ter sido procurado pelo prefeito de Fortaleza. O que temos claro é que José Sarto deveria se afastar das contendas e se preocupar mais com a cidade de Fortaleza. Isso poeira ajudá-lo na gestão.

PEC DAS PRAIAS

A chamada PEC das Praias não pegou bem para os políticos e empresários que de olho nesse queijo saboroso querem  aprovar a possibilidade de entregar pedaços do nosso litoral para a iniciativa privada. A verdade é que a PEC quer mesmo é privatizar nossas praias e não tem Flávio Bolsonaro e Espiridião Amin que nos prove o contrário. Um horror saber que iremos privatizar praias no Brasil. Pobre agora pode até ser proibido de sair de casa.

OLHO NA DEMOCRACIA

A sociedade brasileira precisa ser mais inteligente na hora do voto. Não digo em quem o eleitor deve votar. Mas a maioria do povo brasileiro tem renda baixa, ganha dinheiro com muito esforço, tem salários horríveis e vota de forma esmagadora em gente rica, abastada que não liga para pobre ou trabalhador.  Depois não tem como reclamar quando privatizarem postos de saúde e escolas, como se faz no Paraná.

PL E A JUSTIÇA

O Partido de Jair Bolsonaro o PL tem 35 deputados federais que estão com algum processo na Justiça. São investigados em inquéritos ou réus em ações penais. A informação foi publicada pelo Congresso Em Foco. Dentre os parlamentares estão André Fernandes, Bia Kicis e Carla Zambelli.


Leia o jornal Leia Sempre Brasil desta sexta-feira 7 de junho com matérias sobre a tentativa de privatização das nossa praias, além de matérias e colunas de política, cultura, cotidiano, Ceará, Brasil e temas da Região do Cariri. 

Cadê o dinheiro das privatizações?

 


EDITORIAL

Jornal Leia Sempre Brasil

Cadê o dinheiro das privatizações?

As privatizações voltaram com força no Brasil após a vitória de uma série de políticos ligados à grandes grupos econômicos. Não falamos de políticos conversadores comuns e liberais. Falamos da extrema-direita que cresce no Brasil com alguns objetivos direitos.

O primeiro objetivo deles é aprovar uma pauta de costumes para poder ter discurso diante da sociedade.

O segundo ponto é uma bancada de políticos neoliberais espalhados pelos estados brasileiros que lutam para diminuir o poder e influência do Estado em todas as esferas. Contam com forte apoio da mídia corporativa preocupada em defender estado mínimo e criticar avanços nas áreas sociais do atual governo chamando esses avanços de gastos.

Daí porque as privatizações são um elemento fundamental da estratégia desses setores. A ordem é privatizar, colocar estados como Rio Grande do Sul, Paraná e outros na fileira do chamado estado mínimo e no “sucesso” da política neoliberal. 

No Paraná o governador Ratinho Jr. privatiza escolas. E antes privatizou já outras estatais em negócios milionários com transferência de patrimônio e renda para grandes grupos econômicos. O ex-senador Roberto Requião em seu X (antigo Twitter) denunciou o governo do Paraná: “Vocês já perceberam que o nosso Paraná está sendo destruído? Venda da COPEL, venda da Sanepar, pedágio absurdo e agora a privatização da escola pública?”.

O mesmo acontece em São Paulo com Tarcísio de Freitas que já privatizou parte das linhas do metrô e a SABESP – a companhia de água.

Lá no Rio Grande do Sul não é diferente. Em uma matéria publicada no site do governo gaúcho em fevereiro deste ano o governador Eduardo Leite (PSDB) se gabava das ações de sua gestão em ser líder em privatizações no Brasil.

No site do governo diz: “O governador enumerou ainda outros projetos de concessões e PPPs que estão em andamento, somando mais de R$ 11 bilhões em investimentos. Entre eles destacam-se as concessões dos Blocos 1 e 2 de rodovias estaduais, do Cais Mauá, em Porto Alegre, dos aeroportos regionais Lauro Kortz, em Passo Fundo, e Sepé Tiaraju, em Santo Ângelo, além do programa de PPPs para realização de reformas estruturais em 100 escolas de regiões em situação de vulnerabilidade social.”

Até escolas no alvo do neoliberal Leite que diz agora não ter dinheiro para resolver os problemas da população e das propriedades dizimadas pelas enchentes no RS depois de privatizarem até as empresas estatais responsáveis por impedir alagamentos.

A pergunta que não podemos como sociedade deixar de fazer é a seguinte: para onde está indo esses bilhões das privatizações? Quais investimentos públicos foram ou serão feitos por esses governantes privatistas? O dinheiro vai para a saúde, educação, infraestrutura, construção de casas populares? Esse dinheiro está em quais contas? Cadê a transparência desses negócios?

Imagem: Reprodução/Sindsep-PE




O Ceará também já sofreu com privatizações

 



As privatizações que transferem dinheiro e patrimônio para grandes grupos econômicos não são uma novidade no Brasil. Desde o advento das chamada Nova República o tema voltou à pauta com força.

O governo de Fernando Collor de Melo teve início esse “debate” muitas vezes enviesado e sem ouvir a sociedade brasileira. Na época dos grandes jornalões valia a ideia de especialistas e a boiada passou já nos governos de FHC que tentou desmontar as grandes estatais brasileiras.

Lembrando que nesse período era forte na mídia brasileira uma campanha de desvalorização do trabalho dos servidores públicos, colocando as estatais fortes brasileiras como um grande problema para nosso desenvolvimento pleno. Uma campanha, na realidade, para desacreditar o real papel das estatais, seguido de um trabalho de interno de quebradeira dessas empresas para depois vendê-las à preço de banana.  E isso foi feito com maestria nos anos dourados dos tucanos.

Uma delas foi a Companhia Vale do Rio Doce, o sistema Telebrás, os bancos estaduais e já no fim dos governos FHC um ataque ao Banco do Brasil e a Petrobrás que só não deu certo por falta de tempo e pela vitória de Lula nas eleições presidenciais de 2002. Sem falar na venda da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) no governo Itamar Franco.

Mas o Ceará também passou por esse esquema de destruição de nossas empresas estatais.  Um exemplo foi a venda do Banco do Estado do Ceará já em 2005 após um lento processo de sucateamento desse importante banco de investimentos públicos em nosso estado. Na época o então deputado federal cearense João Alfredo (hoje superintendente do IDACE no Ceará) questionou a recuperação de apenas 7% da dívida de R$ 3,4 bilhões do BEC no processo de saneamento financeiro. "Se essa e outras questões não forem resolvidas, o processo de privatização é uma grande caixa preta que vai permanecer fechada", ele disse, segundo o site da Câmara dos Deputados.

Outro desmantelamento das nossas estatais veio com a venda da Coelce. Por 29 votos a 14, o governo Tasso Jereissati (PSDB) aprovou a possibilidade de venda da empresa estadual que seria vendida em 1993 por um consórcio formado essencialmente por empresas estrangeiras. A Coelce é hoje a ENEL que depois de mais de duas décadas não fez os investimentos previstos e o Ceará vem sofrendo com cortes de energia, falta de investimentos no setor e descaso da empresa com os setores produtivos e comunidades. Perdemos dinheiro, propriedades e patrimônio e o Ceará amarga um péssimo serviço desta agora empresa privada.

Sem falar na Teleceará que também foi para o espaço na era Jereissati. A Teleceará era uma empresa de sociedade anônima de capital fechado, prestando serviços de telecomunicações nos setores de telefonia básica urbana e interurbana, telefonia móvel celular e comunicação de dados: atendia a 1055 localidades em todo o Estado do Ceará e contando com um capital social composto por 2.050.220.997 ações ( em 31.12.1996), das quais a Telebras detinha 79,44%.

Naquele final de anos 90 o Sistema Telebrás foi privatizado pelo governo tucano de Fernando Henrique Cardoso em julho de 1998 em função de uma mudança constitucional no ano de 1995, e com a promulgação da Lei Geral de Telecomunicações, que visava a ampliação e a universalização dos serviços de comunicação e o enxugamento da máquina estatal brasileira.

Desta forma, a Teleceará e sua subsidiária de telefonia móvel digital, a Teleceará Celular foram privatizadas. A Teleceará foi vendida para a Tele Norte Leste S/A, formando a Telemar, empresa de telecomunicações que operou de 1998 até 2007, e a Teleceará Celular foi vendida para a TIM. Atualmente, a Tele Norte Leste S/A tem seus produtos comercializados com a marca Oi.

Foram muitas as promessas feitas por políticos e empresários para a privatização das empresas do setor de telefonia.  Argumentos do tipo livre concorrência, ampliação do acesso aos serviços, barateamento das tarifas, redução da dívida pública, avanço tecnológico e um serviço melhor. Tudo balela.

O resultado dessas privatizações no Ceará é que o estado perdeu empresas, patrimônio, investimentos e o dinheiro arrecadado não temos a menor ideia de onde foi parar. No momento atual, políticos e empresários se unem para privatizar as praias. Lógico que as praias cearenses por sua exuberante beleza estarão no mapa desses tubarões das privatizações. Hora de a sociedade cearense e brasileira acordar para a realidade. As privatizações no Brasil enriquecem poucos, pioram os serviços, e quando dão problema a conta quem paga é a gente, o povo brasileiro.

 

Com informações do jornal O Povo e da Wikipédia



Literatura e fotografia. Por Luciana Bessa



Por Luciana Bessa

Literar, desde a minha adolescência, foi o modo que encontrei de escapar daqueles infortúnios que a vida teima em colocar em nosso caminho. Primeiro, foi válvula de escape. Depois , um modo de conexão comigo e com o outro. Fotografar sempre esteve no campo da apreciação, nada mais.

Recentemente resolvi participar de duas oficinas no Centro Cultural do Cariri: a primeira, escolhi pelo título: “Estratégias para enxergar o vento – Pequenos gestos para escrever com imagens e fotografar com as palavras”, ministrado pela jornalista e fotógrafa Iana Soares. A segunda, elegi por minha paixão pela poesia: “Da cena ao poema”, ministrada pela escritora Tércia Montenegro. Ambos os cursos integram o projeto de formação “A palavra e a imagem: entrelaçamento para criação literária”.

Criar, seja pela palavra ou pela imagem, são duas formas de se colocar no mundo e “dizer de si”.  Embora literatura e fotografia sejam artes distintas, ambas estão intrinsecamente relacionadas  produzindo mensagens cada vez mais complexas e potentes.

Pela palavra, o poeta Manoel de Barros disse que o seu quintal era maior que o mundo, que sentia saudade do que não foi na infância, que ao invés de fazer peraltagem fazia solidão e, quando brincava, era de fingimento: lata era navio, pedra era lagarto, sabugo era um serzinho mal resolvido, etc. Pela fotografia, a inglesa radicada no Brasil Maureen Bisilliant, nos deu em imagens, aquilo que até então, nós leitores, só conhecíamos por meio das palavras. Ela, assim como eu, ficou impactada com a leitura de Grande sertão: Veredas (1957), de Guimarães Rosa. Então, resolveu investigar a conexão entre o “mundo real” e o “mundo idealizado” pelo romancista. Fotografou o sertão concebido pelo escritor e nasceu o livro A João Guimarães Rosa (1966).

Depois dessa experiência literária-fotográfica, passei a pensar com mais força na interconexão entre essas duas artes, cuja missão é estabelecer comunicação com o outro, conexão com nós mesmos.

 Além disso, passei a discordar veementemente da frase atribuída ao filósofo Confúcio: “Uma imagem vale mais do que mil palavras”. Não, não vale! A imagem é a captação de um momento, que pode ter sido flagrado de forma natural ou artificial. Se natural, é incapaz de mostrar com precisão o instante retratado. Se artificial, um cenário é previamente montado para captação daquela ocasião. Só fica na imagem o que o fotógrafo determinou. Logo, engana-se quem pensa que é fácil interpretar uma imagem. Engana-se ainda mais quem acredita ser possível dizer, com a mais fina precisão, os sentimentos amalgamados.

Deve ser por isso que muito escuto: Não entendeu? Quer que eu desenhe? Fico me perguntando: se o meu interlocutor não é capaz de se fazer entendido pela palavra, vai conseguir por meio da imagem?

Somos fadados a conviver com a imprecisão da palavra e com os valores atribuídos as  imagens. O uso indevido de fotografias de uma pessoa é punido pela lei (Artigo 5º da Constituição Federal). No campo da publicidade e da propaganda, o valor de uma imagem vale cifras gastronômicas. Um comercial de 30 segundos em horário nobre da Rede Globo vale aproximadamente R$ 508 mil. Mas se for no SuperBowl, principal liga de futebol americano do mundo, esse valor passa a ser 6 milhões de dólares. Por outro lado, o valor político e moral de imagem, é bem mais difícil de ser mensurado.

Tenho a leve impressão de que a geração de hoje tem uma compulsão em tirar fotos, arquivá-las, e não refletir sobre elas. E a certeza de que se pedirmos aos jovens para que escrevam um único parágrafo sobre as fotos tiradas, a dificuldade será tamanha. Afinal, vivemos na no século das novas tecnologias, que faz uso da inteligência artificial para produção de textos.

Tanto a Literatura como a Fotografia oferecem um olhar para a realidade circundante, por isso, fica aqui o convite aos leitores/ fotógrafos para que tenham mais cuidado com as palavras proferidas, com as imagens postadas, sobretudo, com os diálogos entre o real e a ficção criados por ambas as artes.



Projeto social se destaca entre crianças e jovens da periferia de Juazeiro do Norte

 


A Escolinha de skate, projeto social desenvolvida pelo ativista Damião Teles, que tem como objetivo a prática do esporte como forma de inclusão social e formação cidadã, vem ganhado destaque nos últimos anos.

O skate surgiu nos EUA na década de 1960, criado e desenvolvido pelos surfistas da Califórnia, o esporte ganhou o mundo e novos aspectos.

No Brasil o skate aparece logo em seguida em São Paulo e Rio de Janeiro, já com forte influência sobre os jovens.

Em 2020 o skate entrou para as olimpíadas, e já conquistando medalhas para o Brasil, com três pratas, no feminino com a Fadinha do skate, o fenômeno Rayssa Leal e no masculino com Kelvin Hoefler, os dois na categoria street. E no park com Pedro Barros.

Já nas terras abençoadas pelo padre Cícero, Juazeiro do Norte, o skate surge nos anos 1980, com skatistas que praticavam o esporte basicamente nas ruas e na praça Padre Cícero, primeiro point da tribo.

Nesse contexto, surge em 2010 o Projeto Social Escolinha de Skate, logo após a inauguração da pista de skate do parque ecológico das Timbaúbas em 2009. Que tem como instrutor Damião Teles.



A escolinha de skate funciona nos sábados e domingos, no horário de 8h às 10h da manhã, é totalmente gratuito, atendendo crianças a partir de 5 anos de idade e jovens.

Muitos alunos da escolinha já ganharam vários campeonatos, no estado do Ceará e fora, tendo inclusive, proporcionado a ida de um atleta para o campeonato brasileiro de skate em Santos (SP) no ano de 2023, onde o aluno concorrendo com atletas de todo o pais, ficou na 16° colocação.

Nos dias atuais a escolinha de skate conta com mais de 70 alunos cadastrados. Interessados em participar é só procurar o professor Damião Teles, nos horários do projeto, ou entrar em contato pelo número 98837-6171, e preencher o cadastro.



PDT de Fortaleza entra na onda da destruição e quer extinguir mais uma área de proteção ambiental na capital cearense

 


A informação foi dada nas redes sociais e via o jornal O Povo pelo jornalista e colunista Carlos Mazza. Fortaleza pode perder mais uma área de proteção ambiental.

O PDT de Ciro Gomes deu entrada em um projeto na Câmara Municipal de Fortaleza que extingue mais uma área de proteção ambiental.

Ele escreveu: “Projeto que extingue mais uma área de proteção ambiental (sim, mais uma) é apresentado na Câmara. De autoria de Luciano Girão (PDT), matéria retira proteção de 11,4 hectares da Zona de Interesse Ambiental do Cocó e atinge até áreas não edificadas.”

Isso após os vereadores ligados ao prefeito José Sarto (PDT) terem aprovado em maio deste ano dois projetos que extinguiram duas áreas de zona de recuperação ambiental (ZRA) em Fortaleza localizadas nos bairros São Gerardo e Presidente Kennedy.

Na votação em maio a oposição votou contra e protestou. A vereadora Adriana Gerônimo (PSOL) disse que “a Câmara Municipal de Fortaleza desconsidera o debate ambiental que está sendo feito. Mais uma vez, [vou] criticar a redução do que foi tratado em 2009. Perde a cidade e o meio ambiente. Estamos garantindo que o processo de mudanças climáticas sejam aceleradas na cidade, não levamos em consideração o colapso ambiental.

Parlamentares da oposição estimam que cerca de 20 bairros da cidade podem ser afetados por essas medidas tomadas pelo governo de Fortaleza com apoio da maioria dos vereadores governistas. Nessa primeira mudança os espaços que perdem status de área de proteção podem ser utilizados para outras finalidades.

Fonte: com informações do Diário do Nordeste e jornal Opinião

Foto: Reprodução/Redes Sociais



Fique de olho: assédio eleitoral no trabalho é crime

 


Já que estamos em ano eleitoral pois neste 2024 vamos eleger prefeitos e vereadores nas mais de 5 mil cidades brasileiras os trabalhadores e trabalhadoras devem ficar de olho para não serem vítimas de assédio eleitoral, ou seja, quando o trabalhador é constrangido e praticamente obrigado a votar em quem o patrão quer sob pena até de perda de emprego.

Um dos casos citados pelo site da Central Única dos Trabalhadores (que baseou este texto) é o caso de Luciano Hang que perdeu um recurso na 3º. Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) contra condenação que pode levá-lo a pagar 85 milhões de reais por assédio eleitoral de seus funcionários nas eleições de 2018.

Mas, afinal, o que vem a ser o assédio eleitoral? Toda conduta que cause constrangimento psicológico ou físico ao empregado ou ao trabalhador para que ele vote em candidato imposto pelo empregador ou pessoa por ele designada é assédio eleitoral.

A CUT elenca algumas medidas ou atitudes dos trabalhadores para evitar assédio eleitoral e comprovar esse crime no local de trabalho.

O primeiro é que o trabalhador grave as reuniões em que empregadores assediam trabalhadores. Outra ação é salvar mensagens escritas por aplicativos como o WhatsApp, manter os e-mails, fotografar panfletos e documentos internos que apresentem qualquer indicativo de ameaça ou coação e encaminhar as provas. É só procurar o sindicato ou o MPT e denunciar sem medo.

O trabalhador que for vítima de crimes de assédio eleitoral (não votou no candidato do patrão e foi demitido ou é perseguido na firma), deve procurar o sindicato da categoria ou o Ministério Público do Trabalho (MPT) para denunciar.

SAIBA ALGUNS CASOS DE ASSÉDIO

# Prometer aos empregados um valor em dinheiro se o candidato do empregador vencer, os estimulando a votarem nele;

# Exigir que os empregados entreguem os títulos de eleitor para a empresa até que as eleições ocorram, buscando evitar que o trabalhador vote e as abstenções beneficiem o candidato que ele apoia;

# Departamentos de RH das empresas, por determinação do dono, ameaçar demitir empregados que declarassem voto em candidato contrário ao que ele indicava;

# Fazer menção indireta de que se determinado candidato ganhar as eleições seria necessário diminuir os quadros da empresa, dando a entender que “será melhor a união dos empregados” no voto ao candidato sugerido pelo chefe, e mesmo envio de e-mails que, em caso de não votarem no candidato do empregador, a própria empresa fecharia e todos seriam dispensados.

Com informações do site da CUT



Termina nesta sexta-feira, 7, prazo para inscrição no Enem 2024

 



Termina nesta sexta-feira 7, o prazo para as inscrições no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024. A data vale também para pedidos de tratamento por nome social e atendimento especializado. As provas serão aplicadas em 3 e 10 de novembro.

Os participantes que não ficaram isentos, deverão pagar a taxa de inscrição no valor de R$ 85. O boleto pode ser obtido na Página do Participante e pode ser pago por Pix, cartão de crédito, débito em conta corrente ou poupança (a depender do banco). O prazo para fazer o pagamento vai até o dia 12 de junho. Para pagar por Pix, basta acessar o QR code que consta no boleto.

O Enem é a principal porta de entrada para a educação superior. Com a nota obtida no exame, candidatos podem concorrer a vagas em universidades públicas, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), bem como em instituições de ensino particulares. Além disso, é possível participar do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Segundo o Ministério da Educação (MEC), para quem deseja estudar no exterior, o Enem pode ser uma alternativa. “Convênios firmados entre o Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e instituições portuguesas garantem acesso facilitado às notas dos interessados em cursar a educação superior em Portugal”, informou a pasta.

 

PROVAS

Nos dois dias de prova do Enem, a abertura dos portões será às 12h e o fechamento às 13h (horário de Brasília). Os candidatos poderão começar a responder às 13h30.

No 1º dia do exame, as provas são de linguagens, códigos e suas tecnologias, além da redação e ciências humanas e suas tecnologias. A duração das provas no primeiro dia de aplicação terminará às 19h.

No segundo dia, serão aplicadas as provas de ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias. A aplicação terminará às 18h30.

Segundo o MEC, a divulgação do gabarito está prevista para 20 de novembro. O resultado final será publicado apenas em 13 de janeiro de 2025.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil



Mirante do Caldas abre ciclo de palestras ambientais com temática sobre o combate à desertificação



Acelerar a restauração da terra, aumentar a resiliência à seca e combater a desertificação são essenciais para garantir um futuro sustentável. Com esse intuito, o Complexo Ambiental Mirante do Caldas (CAMC), equipamento da Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima, gerido pelo Instituto Dragão do Mar (IDM), deu início ao ciclo de palestras ambientais do mês de junho.

Nessa quarta-feira, 05, em parceria com o IFCE, foi realizada a palestra que teve como tema “Acelerar a restauração da Terra, a resiliência à seca e combate à desertificação”, nas dependências do CAMC.

Durante o encontro, a doutora em Agronomia, Permacultura e Professora de Agroecologia do IFCE, Brisa Cabral, tratou sobre a formação do solo, o processo de desertificação que vem acontecendo na nossa região, as atividades econômicas que impactam negativamente na preservação do meio ambiente, entre outros assuntos.

Encerrando a palestra, os alunos do CENTEC/CVTEC e da FATEC Cariri conheceram a trilha do Pegadas Ecológicas, momento este onde aprenderam mais sobre biodiversidade, os cuidados com a natureza, a flona e a fauna.

Dando continuidade ao ciclo de palestras, no dia 19, das 13h às 17h, no CENTEC CEVTEC, terá o encontro que tratará do tema “A importância da educação ambiental no combate à desertificação”, em alusão ao Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca. 



Fique de olho: assédio eleitoral no trabalho é crime

 



Já que estamos em ano eleitoral pois neste 2024 vamos eleger prefeitos e vereadores nas mais de 5 mil cidades brasileiras os trabalhadores e trabalhadoras devem ficar de olho para não serem vítimas de assédio eleitoral, ou seja, quando o trabalhador é constrangido e praticamente obrigado a votar em quem o patrão quer sob pena até de perda de emprego.

Um dos casos citados pelo site da Central Única dos Trabalhadores (que baseou este texto) é o caso de Luciano Hang que perdeu um recurso na 3º. Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) contra condenação que pode levá-lo a pagar 85 milhões de reais por assédio eleitoral de seus funcionários nas eleições de 2018.

Mas, afinal, o que vem a ser o assédio eleitoral? Toda conduta que cause constrangimento psicológico ou físico ao empregado ou ao trabalhador para que ele vote em candidato imposto pelo empregador ou pessoa por ele designada é assédio eleitoral.

A CUT elenca algumas medidas ou atitudes dos trabalhadores para evitar assédio eleitoral e comprovar esse crime no local de trabalho.

O primeiro é que o trabalhador grave as reuniões em que empregadores assediam trabalhadores. Outra ação é salvar mensagens escritas por aplicativos como o WhatsApp, manter os e-mails, fotografar panfletos e documentos internos que apresentem qualquer indicativo de ameaça ou coação e encaminhar as provas. É só procurar o sindicato ou o MPT e denunciar sem medo.

O trabalhador que for vítima de crimes de assédio eleitoral (não votou no candidato do patrão e foi demitido ou é perseguido na firma), deve procurar o sindicato da categoria ou o Ministério Público do Trabalho (MPT) para denunciar.

SAIBA ALGUNS CASOS DE ASSÉDIO

# Prometer aos empregados um valor em dinheiro se o candidato do empregador vencer, os estimulando a votarem nele;

# Exigir que os empregados entreguem os títulos de eleitor para a empresa até que as eleições ocorram, buscando evitar que o trabalhador vote e as abstenções beneficiem o candidato que ele apoia;

# Departamentos de RH das empresas, por determinação do dono, ameaçar demitir empregados que declarassem voto em candidato contrário ao que ele indicava;

# Fazer menção indireta de que se determinado candidato ganhar as eleições seria necessário diminuir os quadros da empresa, dando a entender que “será melhor a união dos empregados” no voto ao candidato sugerido pelo chefe, e mesmo envio de e-mails que, em caso de não votarem no candidato do empregador, a própria empresa fecharia e todos seriam dispensados.

Com informações do site da CUT



Alece aprova projeto que sugere a criação do Memorial Padre Ibiapina em Barbalha

 



A Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) aprovou, nesta quinta-feira, 6, o projeto de indicação 696/2023, que autoriza o governo estadual a criar o Memorial Padre Ibiapina, em Barbalha.

A iniciativa, de autoria do deputado estadual Renato Roseno (Psol), busca a instalação de um equipamento público cultural e educativo destinado à memória, valorização e compreensão da identidade das populações do Cariri.

É importante ressaltar que o projeto de indicação funciona como uma sugestão ou solicitação ao governador do Estado, que pode acolher ou não a proposta do legislativo. Atualmente, aos deputados estaduais do Ceará não competem a criação de leis que acarretem aumento de despesa para os órgãos do Executivo.

Por isso, o projeto de indicação foi enviado para que o poder público estadual possa, a partir a Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (Secult), analisar a viabilidade do pedido e promover as medidas administrativas e operacionais necessárias. Neste caso, a sugestão é que o equipamento seja feito na antiga Cadeia Pública de Barbalha, localizada no Conjunto Nassau, às margens da CE-060, a poucos metros de onde será instalada a sede do curso de Tecnologia em Gestão de Turismo da Universidade Regional do Cariri (URCA).

Importância

A iniciativa do deputado Renato Roseno tem como objetivos: promover a educação e a memória a respeito da figura Padre José Maria Ibiapina e da relevância de seu trabalho social; evidenciar os eventos históricos e os movimentos sociais e políticos que atuavam nacional e localmente no século XIX, com foco nos desdobramentos na região do Cariri.

Além disso, busca destacar as particularidades da religiosidade popular na formação da identidade cultural da região do Cariri, trazendo conexões com a contemporaneidade; sensibilizar a população cearense sobre os conflitos históricos e contemporâneos acerca do acesso desigual à água e das lutas populares contra o latifúndio; e formar e engajar a sociedade civil na preservação da história e cultura do sertão cearense.

“O Padre Ibiapina realizou diversas benfeitorias na região do Cariri, como a construção das casas de caridade, de açudes e cemitérios. Além disso, ensinou técnicas agrícolas aos sertanejos e atuou na defesa de direitos dos trabalhadores rurais, sendo apoiador relevante à organização comunitária dos camponeses”, justifica o parlamentar. “Suas ações e obras sociais foram especialmente necessárias à democratização do acesso à água potável e à saúde”, acrescenta.

A demanda surgiu a partir da própria coordenação do curso de Gestão de Turismo da Urca, que acredita que a instituição poderá participar da sua gestão, em parceria com a Secult, outros órgãos da Administração Pública e entidades da sociedade civil. A expectativa é que o equipamento possa servir na atuação de estagiários de graduação. “Um espaço cultural e, ao mesmo tempo, laboratorial para as ciências humanas, no contexto do semiárido nordestino, pode cumprir um papel socioeducativo a partir da extensão universitária à comunidade e seu entorno”, acredita o professor Josier Ferreira.

O prédio encontra-se completamente desativado e, por isso, o imóvel teria que ser transformado, recuperando sua função social a partir do resgate histórico. Contudo, trata-se de uma localização estratégica, já que está em rota turística do Cariri, a caminho de pontos importantes de visitação, como o Geossítio Riacho do Meio, o Balneário do Caldas e o Teleférico do Caldas.

Assim, além do projeto de indicação, o parlamentar enviou à Comissão de Cultura e Esportes o pedido de uma visita técnica ao prédio para que sejam avaliadas suas atuais condições. Isso ainda será discutido e votado pelos deputados e deputadas que compõe o órgão legislativo. “É inegável que se trata de um tema de interesse público”, finaliza Roseno.

Quem foi o Padre Ibiapina?

Nascido em Sobral, José Antônio Pereira, que depois adotaria "Maria Ibiapina" ao seu sobrenome, pisou na região do Cariri, pela primeira vez, aos 13 anos, quando seu pai, Francisco Miguel Pereira, foi nomeado tabelião vitalício de Crato, em 1819. Temendo pelas agitações da Revolução Pernambucana sua família enviou o garoto, no ano seguinte, para Jardim, onde estudou latim. Em 1823, deixou o sul do Ceará e rumou ao Seminário de Olinda, em Pernambuco.



Cangaço Bar em Juazeiro do Norte recebe nova edição do Sarau dos Servidores



A III Edição do Sarau Poético do Servidor será realizada no dia 29 de junho (sábado), a partir das 18h, no Cangaço Bar, situado a Av. Padre Cícero nº 1751. 

O EVENTO é uma iniciativa do Sindicato dos Servidores de Juazeiro do Norte - SISEMJUN, com o objetivo  de fomentar a produção cultural dos seus associados, além de viabilizar o acesso e intercâmbio com a vasta produção musical e poética da região do cariri cearense.

Programação:

18h – Roda Conversa – Mulheres e o Sindicalismo

Mediação: Silvia Letícia (Diretora Nacional das Unidos Pra Lutar, Professora Rede Pública e Vereadora de Belém do Pará) e Rafaella Florencio (Professora/Doutora do IFCE/Fortaleza);

19h – Lançamento do Livro “Formação de Classe”

Mediação: Prof. Edson Xavier (Diretor de Formação Política e Sindical do SISEMJUN)

20h – Sarau Poético, com microfone aberto ao público.

Participação especial da escritora, poeta e professora doutora da Universidade Regional do Cariri (Urca), Cláudia Rejanne Pinheiro e do Poeta, cineasta e músico, Daniel Batata.

21h – Cerveja liberada aos servidores filiados ao SISEMJUN munidos da Carteirinha de Sócio.

21h30 - Voz e Violão - Davi Sobreira

23h – Show - Artur Dí Sousa

domingo, 2 de junho de 2024

Barbalha abre os braços para milhares na festa do Pau da Bandeira


 

A cidade de Barbalha já está inteira pronta para o cortejo do Pau da Bandeira de Santo Antônio, um dos pontos altos da festa que abre os festejos juninos em todo o Nordeste brasileiro. Momento de maior concentração de pessoas na cidade, a expectativa é que o cortejo seja acompanhado por um público que pode alcançar 500 mil pessoas. De acordo com a administração municipal, esse contingente deve começar a chegar na cidade desde as primeiras horas da manhã, quando as atividades começam. A manhã é marcada por celebrações religiosas e ações culturais. A expectativa é que os grupos de cultura tradicional tomem conta das ruas da cidade. O cortejo do Pau da Bandeira deve chegar à sede de Barbalha por volta das 16h, quando os carregadores passam pelo centro histórico rumo à Igreja Matriz, local em que o mastro de 23 metros será fincado. Lembra-se que o dia 2 de junho será marcado por diversas apresentações artísticas, entre os nomes que irão ocupar os diversos palcos da festa estão Fagner, Alceu Valença, Luiz Fidelis, Lucy Alves e entre outros.

Confira onde cada artista irá se apresentar
Palco da Estação

16h – Forró Tapera
18h – Waldonys
19h30 – Fagner
21h – Luiz Fidelis

Palco Marco Zero
15h30 – Casaca de Couro
18h – Maninho
19h30 – Lucy Alves
21h – Fábio Carneirinho








Palco Rosário
15h30 – Dê do Norte
17h – Ítalo Queiroz
19h – Flávio Leandro
21h – Alceu Valença

Palco da Matriz
15h – Silvano do Acorden
16h30 – Leonardo de Luna
18h – Os Cabra de Lampião
20h – Joaquina Gonzaga

 

Publicado no site Miséria

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